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20% dos Homens Têm Varizes – Genética e Sedentarismo Estão Entre as Causas

Quem pensa que as varizes afetam somente as mulheres está enganado. 20% das pessoas que sofrem do mal são do sexo masculino e especialistas alertam sobre a importância do tratamento entre os homens, a fim de evitar problemas como inchaço nas pernas, hemorragias e escurecimento, endurecimento da pele e úlceras varicosas. De acordo com o angiologista e diretor da AngioGold Angiologia Estética, Carlos Eduardo Jorge, homens na faixa etária de 30 a 40 anos são as principais vítimas das varizes. “Além da genética, outros fatores são responsáveis pelo surgimento delas, como o sedentarismo. Não praticar atividades físicas, ficar muito tempo parado e em pé podem colaborar para a piora do quadro”, explica o médico.

O profissional destaca que as varizes masculinas podem passar despercebidas porque o pelo camufla as veias. “A maioria dos homens só procuram ajuda médica quando já estão com os sintomas de dor e inchaço nas pernas”, esclarece Carlos Eduardo Jorge. Por isso é importante ficar atento a todos os sintomas e buscar tratamento logo no estágio inicial, a fim de evitar complicações. Entre os tratamentos, existe um que é feito em consultório e é considerado um dos menos agressivos e um dos mais versáteis atualmente: o laser transdérmico.

De acordo com o médico, a ação do laser se dá pela absorção da luz (laser) pelo sangue (hemoglobina) e água dentro das veias que se aquecem, danificando o vaso em tratamento. Portanto, pode ocluir as varizes sem danificar a pele. “Ele é indicado tanto para tratamento de microvarizes (vasinhos avermelhados) como para a cirurgia de varizes. Em alguns casos, as microvarizes são tecnicamente muito difíceis de serem puncionadas com uma agulha. A luz do laser penetra na pele fechando estes pequenos vasos. A aplicação pode ser feita em qualquer tipo de pele e os exercícios físicos podem ser feitos no mesmo dia”, explica o angiologista.

Segundo o médico, a glicose é aplicada apenas em alguns dos pontos tratados com laser, principalmente em locais onde a veia ainda está “aberta”. Para diminuir a sensação de dor durante as aplicações, utiliza-se equipamento que sopra ar gelado, com temperaturas de até 20 graus negativos sobre a pele. A dormência da pele provocada pelo frio diminui a dor e não traz efeitos colaterais. “O uso de comprimentos de onda mais longos é um consenso há muito adotado na dermatologia e cirurgia vascular, com dezenas de estudos clínicos que comprovam a eficácia dessa tecnologia”, afirma Carlos Eduardo Jorge.

Informações: Infinita Comunicação

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