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SAUDE

Apague o cigarro! Dia Mundial sem Tabaco (31/5): cigarro é fator de risco para o câncer de pulmão e diversas outras doenças

Quando se pensa em doenças provocadas pelo cigarro, a primeira que vem à cabeça é o câncer de pulmão. De fato, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que vão surgir 31.270 novos casos do tumor em 2018. É o segundo tipo de câncer mais incidente nos homens e o quarto em mulheres. Porém, diversos outros tipos de tumor podem surgir em decorrência do fumo. “O cigarro é fator de risco também para o câncer de boca, laringe, esôfago, estômago, intestino, reto, bexiga e outros”, alerta Rafael Salera, radio-oncologista do Instituto de Radioterapia São Francisco.

A boa notícia, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), é que o número de fumantes no país caiu de 12,4% para 7,3% entre 2008 e 2016. Ainda assim, são 18 milhões de brasileiros que ainda mantêm o hábito, que é a maior causa de mortes evitáveis no mundo. “É importante reforçar que, além dos tumores, o cigarro pode causar outros problemas de saúde, como doenças cardiovasculares e a impotência sexual. Além disso, os fumantes passivos também estão expostos aos malefícios do cigarro”, esclarece Salera.

“Fumei e nunca tive nada”

Segundo especialista, é comum que muitas pessoas acreditem no mito de que é possível fumar sem correr riscos. “Não se pode afirmar que todo fumante desenvolverá um tumor. Porém, qualquer quantidade da substância no organismo já apresenta riscos. O cigarro possui 4.500 agentes tóxicos, e 40 deles são comprovadamente cancerígenos. Não existe uso seguro da substância”, garante.

Além disso, os riscos aumentam quando o cigarro vem acompanhado de outros fatores. “Se o indivíduo fuma e possui outros fatores de risco para câncer tais como uso de bebida alcoólica e pré-disposição genética, suas chances de desenvolver algum tumor são maiores”, diz.

Hora de parar

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo o médico, é que o paciente marque dia e horário para largar o cigarro de uma vez por todas. Caso o paciente não esteja preparado para isso, o ideal é reduzir o número de cigarros até parar por completo. “Também é possível procurar ajuda externa. Acompanhamento médico, medicamentos e grupos de apoio podem ser muito úteis para quem deseja largar o vício”, orienta.

Sobre

Fundado em dezembro de 1976, o Instituto de Radioterapia São Francisco é reconhecido por desenvolver atividades no campo da radioterapia. Seu corpo clínico é composto por cinco médicos especialistas em radioterapia, três físicos e vinte e cinco colaboradores. Possui, entre outros equipamentos, dois aceleradores lineares de partículas; braquiterapia de alta taxa de dose; sistema de planejamento computadorizado Mônaco (R) e equipamentos de proteção radiológica e de dosimetria. Realiza tratamentos convencionais, com conformação tridimensional, irradiação com intensidade modulada e braquiterapia. Foi responsável por realizar, de forma pioneira em Belo Horizonte, a braquiterapia de alta taxa de dose para tratamento de lesões uterinas e de próstata e pioneiro no Brasil nas técnicas de hipofracionamento em mama. É certificado pelo Ministério da Saúde em excelência em controle de qualidade.

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