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Entenda a cirurgia plástica reparadora pós-bariátrica

O procedimento, feito para retirar o excesso de pele, é fundamental para recuperar autoestima e mobilidade dos pacientes. 

A obesidade é considerada uma doença multifatorial, com proporções pandêmicas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 52,5% dos brasileiros estão acima do peso e sofrem de questões relacionadas, como: hipertensão, diabetes, artropatias, infertilidade e outras. Nesse contexto, as diversas técnicas de cirurgias metabólicas, conhecidas popularmente por cirurgias bariátricas, atuam no sentido de aumentar a expectativa de sobrevida de pacientes obesos grau 3 e 4 (anteriormente chamados de obesos mórbidos).

Em geral, após a realização de cirurgia bariátrica, o próximo passo envolve uma cirurgia plástica para a retirada do excesso de pele resultante do intenso processo de emagrecimento. Para o cirurgião plástico Roger Vieira, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da American Society of Plastic Surgeons (ASPS), “a cirurgia plástica, nesses casos, vai além de remodelar o contorno do corpo. É uma forma de recuperar a autoestima do paciente e proporcionar sua funcionalidade que, muitas vezes, ele deixa de ter, com o excesso de pele que o corpo carrega”, afirma.

Roger Vieira conta que os  problemas que antecedem a busca por cirurgias plásticas são bastante característicos, principalmente nos quesitos postural e de equilíbrio, além de fatores que envolvem integração social e até mesmo relacionamento sexual. Para o cirurgião, um dos fatores que incomodam profundamente são as dermatites localizadas nas dobras de pele e o odor desagradável que exalam, além de assaduras e até mesmo infecções.

O momento certo para reparações

Os pacientes que se submetem a cirurgias metabólicas devem estar com peso estável por, pelo menos, seis meses, para passar pelo procedimento reparador do contorno corporal.   Ainda segundo Vieira, a parte do corpo que a maioria dos pacientes deseja reparação é o abdômen e, em seguida, a retirada do excesso de pele das mamas, braços e coxas.

“É fundamental que o profissional esteja devidamente habilitado na SBCP, para evitar que complicações possam surgir em decorrência de uma cirurgia mal feita ou não recomendada naquele momento”, acrescenta. De acordo com o cirurgião, o médico precisa ter bom senso para não realizar todas as plásticas corretoras de uma só vez, “a associação de todos esses procedimentos pode levar a um pós-operatório bastante complicado, com dores e muito desconforto. O ideal é aguardar o período de adequação e acomodação da pele, que pode levar de 6 meses a 1 ano”, afirma.

Especialista: Roger Vieira

Médico especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e MEC. Membro da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (American Society of Plastic Surgeons – ASPS)

 

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