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Inca estima que mais de 90 mil mulheres terão câncer entre 2018 e 2019

Os dados correspondem apenas aos três principais tipos da doença; hábitos saudáveis e diagnóstico precoce são fundamentais

 O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que vão surgir 1 milhão e 200 mil novos casos de câncer em 2018 e 2019. O Inca divulgou, dentro desta estimativa, os três tipos de câncer mais propícios de surgir entre as mulheres: câncer de mama, colorretal e colo do útero. Acredita-se que os três somados serão responsáveis por mais de 90 mil novos casos entre 2018 e 2019.

“Há muito engajamento em campanhas como o Outubro Rosa, mas é importante alertar que existem outros tipos de tumores comuns nas  mulheres e elas precisam se prevenir como um todo”, explica Thiago Jardim Arruda, radio-oncologista da Radiocare.

Uma das maneiras de se prevenir é evitar os fatores de risco da doença. Deve-se priorizar produtos naturais e pobres em gorduras animais e saturadas e evitar excesso de açúcares e sal, alimentos condimentados, defumados e processados. “Também é fundamental a prática de exercícios físicos, não fumar, consumir álcool com muita moderação e evitar exposição solar em excesso”, diz. Realizar os exames preventivos também é e suma importância. “O diagnóstico precoce é um grande aliado para evitar a mortalidade. Nos três tipos de câncer mais comum nas mulheres, a taxa cura é bem alta quando é realizado um tratamento precoce.”

Entenda um pouco mais sobre cada um:

Câncer de Mama – é o mais comum entre as mulheres. O Inca estima 59.700 casos, por ano, em 2018 e 2019. A taxa de mortalidade ainda é alta, justamente, pela alta frequência de diagnósticos tardios. A enfermidade chega de forma silenciosa e, por isso, prevenir-se e estar em dia com os exames de rotina é de grande importância. “A maior parte das mulheres só identifica a doença quando ela já está em desenvolvimento, devido ao aparecimento de irregularidades na pele, sejam marcas, caroços nos seios e até mesmo franzidos,“ pontua Arruda.

 Câncer colorretal – Atinge uma parte do intestino grosso (o cólon) e o reto. O surgimento se dá pelo aparecimento de pólipos e lesões benignas na parede interna do órgão. “É um tipo que, se diagnosticado cedo, implica em um tratamento com menor risco de complicações e facilita o controle”, esclarece o médico. O Inca prevê 18.980 casos por ano.

 Colo do útero – Segundo estimativa do Inca, serão 16.370 novos casos da doença, por ano. Assintomático na fase inicial, esse tipo de câncer é causado, principalmente, por uma evolução do vírus HPV, infecção sexualmente transmissível. Para prevenção, indica-se manter a vacinação e a saúde íntima em dia. O exame para diagnosticar a doença é o papanicolau, rápido, indolor e bem simples. “Se diagnosticado precocemente, a paciente terá boas chances de cura”, alerta Arruda.

 Alerta constante para a pele

Além dos três tipos da doença, é preciso atenção ao câncer de pele não melanoma, doença mais comum no país. O fato de o Brasil ser um país tropical faz com que a incidência de raios UV seja intensa o ano todo, por isso, é preciso estar sempre atento aos cuidados com a saúde da pele. “O sol é o principal causador da doença e, como seu efeito é cumulativo, é mais comum a incidência da doença em indivíduos acima de cinquenta anos”, afirma.  Logo, o uso do protetor solar é indispensável, e qualquer sinal na pele deve ser investigado por profissional qualificado.

 Informações:

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